terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Presidente da Câmara pede a ‘cabeça’ de Fernando Barbosa e do engenheiro Jú

Na sessão ordinária da Câmara de Pindamonhangaba, dia 5 de fevereiro, o presidente Carlos Moura pediu a ‘cabeça’ do coordenador da região Leste, Fernando Barbosa, e do diretor de Obras da Subprefeitura, engenheiro Jú.
Esta atitude não soou bem perante a comunidade e os servidores. Segundo apurado por este veículo, tanto Fernando Barbosa quanto o engenheiro Jú têm, perante os servidores, carinho e respeito, e com a comunidade são uns dos poucos que, dentro das possibilidades, estão ‘trabalhando’ nesta administração.
Já em relação ao presidente da Câmara, até o presente momento, não se explicou sobre seu tráfico de influência para empregar sua namorada - que já passou pelo Poupatempo e agora está na ABBC, entidade que administra o Pronto Socorro.
Ficamos sabendo que a bronca do presidente em relação ao Fernando Barbosa é que o mesmo solicitou do assessor que fizesse uma operação tapa buraco na rotatória do bairro Maricá. No entanto, a obra não está sob a sua responsabilidade, pois a mini usina de asfalto é comandada pelo secretário de Obras e não poderia ser realizada, porque a rotatória faz parte da rodovia Manoel Cesar Ribeiro, cuja manutenção tem que ser feita pelo DER.
A referida rodovia é de competência do governo de Estado. Será que o presidente não sabe o que é rodovia municipal e estadual?
Diante destas ‘igrejinhas’ ou mais claramente protecionismo que vem tentando implantar por parte de vereadores e de supostamente forças ocultas em relação aos secretários, diretores e coordenadores, causarão no futuro bem próximo ao prefeito Dr. Isael diversas ações civis, que acabarão caindo na conta da família do prefeito.
Não conseguimos avaliar se o Dr. Isael esteja mal intencionado, sem compromisso com o dinheiro público e muito menos não queira fazer Pindamonhangaba crescer, mas analisamos sim que está faltando pulso, mais fibra administrativa e exigir responsabilidade de seus secretários e diretores - fiscalizando suas condutas e, principalmente, a maneira como estão conduzindo as conversas com os prestadores de serviço, pois a única ação destes cargos tem que ser apenas a realização de obras e de uma prestação de bom serviço para a população . 
Apuramos também que já ouve uma reunião entre o prefeito D. Isael, o vice Ricardo Piorino e também secretário de governo e toda a equipe da secretaria de Obras: Josué, Andreia, Luciana e Fernando Barbosa, na qual o teor da conversa foi que a secretaria ‘não anda’ e demostra total incompetência. Neste encontro chegou a conclusão que o único que trabalha para a comunidade e que defende o nome da administração é o sr. Fernando Barbosa. Ao fim, segundo apuramos, até mesmo Ricardo Piorino teria ‘pedido a cabeça’ com os outros três.
Na reunião do secretariado, o vice-prefeito Ricardo Piorino, depois de fumar uma carteira de cigarro, voltou novamente a pedir a cabeça do secretário de Obras, Josué, e de suas diretoras Andrea e Luciana, bem como de outros secretários que não estão trabalhando no contento esperado pela administração, e que já se passou muito tempo para fazer a reforma administrativa.
Avaliando realmente, parece que Dr. Isael, embora seja um grande cirurgião, foi dominado pela ‘catarata do mal’. Este fato não está deixando ele enxergar que alguns secretários, diretores e coordenadores não querem trabalhar, por falta de conhecimento técnico ou estão mesmo pensando em outras coisas, a não ser no belo salário pago pela Prefeitura de Pindamonhangaba.
A população começa a pedir socorro para que a primeira dama, Claudia Domingues, interfira o mais breve possível na reforma administrativa, principalmente em algumas secretarias como, Obras, Habitação, Subprefeitura, Indústria e Comércio, Assuntos Jurídicos, e, principalmente, Saúde. Se ela se não fizer intervenções, ela vai ver que sua vida pessoal e familiar começar a ‘cair’ em virtude de ter que constituir um escritório de advogados dos bons para defender seu marido das inúmeras ações que serão instauradas por falta de responsabilidade, conhecimento técnico, desrespeito ao dinheiro público e, especialmente, compromisso com a população.


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